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segunda-feira, 4 de março de 2013

O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá - Jorge Amado


TítuloO Gato Malhado e a Andorinha Sinhá
AutorJorge Amado
Editora: Record
Páginas: 55
Início: 03.03.2013 - Fim: 04.03.2013 

Uma bela história de amor... assim é que eu definiria este O Gato Malhado e a Andorinha Sinhá. O livro é de uma beleza e de uma poesia indescritíveis. Durante toda a narrativa fiquei um sorriso nos lábios,  o que é muito bom depois de sair de uma narrativa desoladora e introspectiva como A metamorfose, de Kafka. 

O livro foi escrito por Jorge Amado como presente de um ano para seu filho João Jorge e levou quase três décadas para ser publicado.

Imagine uma Andorinha apaixonada por um Gato, e um Gato apaixonado por uma Andorinha, a caminhar e conversar pelo parque em plena primavera!!!...

Na verdade fui pega de surpresa pela beleza desta história (eu já havia tentado ler o livro várias vezes e não conseguia sair da primeira página), e devo dizer que mais uma vez a dica me veio através da estante do Tito. Fico-lhe grata.

O livro me fez lembrar, com saudades, das histórias narradas pela minha avó, na varanda nas noites quentes de verão, quando nos reuníamos para ouvir mais um de suas narrativas. 

Alguns grifos:
Era uma vez antigamente, mas muito antigamente, nas profundas do passado quando os bichos falavam, os cachorros eram amarrados com linguiça, alfaiates casavam com princesas e as crianças chegavam no bico das cegonhas. Hoje meninos e meninas já nascem sabendo tudo, aprendem no ventre materno, onde se fazem psicoanalisar para escolher cada qual o seu complexo preferido, a angústia, a solidão, a violência. Aconteceu naquele tempo então uma história de amor. [9]
A manhã vem chegando devagar, sonolenta; três quartos de hora de atraso, funcionária relapsa. Demora-se entre as nuvens, preguiçosa, abre a custo os olhos sobre o campo, ai que vontade dormir sem despertador, dormir até não ter mais sono. [11]
Sentia-se leve, gostaria de dizer palavras sem compromisso, de andar à toa, até mesmo de conversa com alguém. [21]
Quando era jovem, apaixonava-se todas as semanas, em geral às terças e desapaixonava-se às sextas, pois era um gato preguiçoso e tirava o sábado, o domingo e a segunda para descansar. [30]

Direto para a galeria dos favoritos.

domingo, 3 de março de 2013

Março - animais protagonistas

Se  eu pudesse escolher certamente a minha história para este mês seria O vento nos salgueiros, seria o momento ideal para uma releitura, mas como isto está descartado, vamos ter que procurar outras animais por aí....



o que será que vamos encontrar?...

sábado, 23 de fevereiro de 2013

E o desafio continua...



Ler os livros do Desafio Literário (2013) até o momento foi bem fácil, escrever nem sempre. Minha tendência é ser cada vez mais resumida, ou talvez sumida. Chego à conclusão que prefiro ler (sempre) a escrever. Não foi nada fácil escrever sobre Muito barulho por nada e Um defunto à baiana.
Mas, vou tentando manter-me fiel às minhas metas...

O que mudou desde então? Já li alguns dos títulos e acrescentei outros, ainda continuo em busca de livros de autores portugueses, gostaria de alguma coisa mais leve quiçá divertida... sugestões serão mais que bem vindas. 

Então vamos à lista:

Janeiro - Tema Livre 
* Feliz por nada – Martha Medeiros
* A festa - Katherine Mansfield 
* Largo da Palma - Adonias Filho

Fevereiro - Livros que nos façam rir
* As batalhas do Pequeno Nicolau  - Goscinny
* Queijo - Willem  Esschot
* Um defunto à baiana - Dias Gomes
* Muito barulho por nada - William Shakespeare

Março - Animais protagonistas
* Quincas Borba – Machado de Assis
* O gato malhado e a andorinha sinhá – Jorge Amado  

Abril - Uma ou mais das quatro estações no título
* Sonhos de uma noite de verão – William Shakespeare  
* Um certo verão na Sicília – Marlena de Blasi
* Conto de inverno - William Shakespeare

Maio – livro citado em filme
* Como gostais – Shakespeare (citado em Nunca fui beijada)
* O mágico de Oz (Coração de Tinta)
* Walden – (Na natureza selvagem)
* Amor nos tempos do cólera  (Escrito nas Estrelas) (?)(na pilha desde o século passado)  

Junho - Romance Psicológico
* Mrs. Dalloway – Virginia Woolf
* Memorial de Aires - Machado 
* O falecido Mattia Pascal - Luigi Pirandello

Julho - Cor ou cores no título
* Dália azul – Nora Roberts

Agosto - Vingança (um tema árido?)  
* Hamlet – Shakespeare
* A prima Bete – Balzac
* Vingança em Veneza – Boccaccio 

Setembro - Autores Portugueses Contemporâneos
* O evangelho segundo Jesus Cristo – Saramago (?)

Outubro - Histórias de superação
* O tempo entre costuras – Maria Dueñas
* Julie & Julia – Julie Powell
* Jó - Joseph Roth

Novembro - Livros que foram banidos
* Candido – Voltaire  (dizem que também é divertido)

Dezembro - Natal
* O homem que inventou o Natal  - Les Standiford
* Contos de Natal - Vários autores
* Cartas ao Papai Noel - J R R Tolkien

PS. Nunca é demais repetir: o que você encontra aqui não são de modo algum resenhas, são comentários sobre as leituras para o Desafio. Ou melhor são pensamentos aleatórios!

segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013

Queijo - Willem Elsschot


Título: Queijo 
AutorWillem Elsschot
EditoraJosé Olympio
Páginas: 181
Início: 16.02.2013 - Fim: 16.02.13 

Comprei este livro algum tempo atrás, influenciada pelo nome da série: Sabor Literário. Não dá pra resistir, dá? Confesso que a micro-resenha do Tito influenciou-me favoravelmente para retirá-lo da pilha, assim como algumas indagações posteriores.

E neste último sábado quando o resgatei das prateleiras fui presenteada com uma mais que grata surpresa. Como é que uma obra destas tem tão poucos leitores e é tão pouco conhecida? Fico a perguntar-me. Não dá para acreditar! O livro é uma delícia, engenhoso, divertido... Muito bom mesmo!

Durante a leitura penso que ele se presta ao Desafio, mas onde classificá-lo? No tema de fevereiro, Livros que nos façam rir? Ou talvez em junho, quem sabe seria um Romance psicológico? Para mim serve para os dois, mas como gostei muito do livro e não quero deixar para escrever depois, acho que vai para o tema de fevereiro mesmo, afinal eu ri a valer com as aventuras e desventuras de Frans Laarmans, protagonista do livro que me fez lembrar César de Birotteau (Balzac) e/ou Nazieno (em Os Ratos de Dyonelio Machado). 

A apresentação do Marcelino Freire, que deixei para ler ao final,  é um capítulo à parte e é uma delícia, ainda que ele não goste de queijo. ;-) 

Este vai direto para a lista dos favoritos.

Alguns grifos:

O primeiro nome que me veio à cabeça foi Comércio Queijeiro. [92]

Sou tomado por um amedrontador sentimento de abandono. Em que pé estou com minha família, já que se ergueu entre nós um muro de queijo? [164]

Imagino que isso me tenha acontecido por eu ser muito dócil e manso. [168]

sábado, 16 de fevereiro de 2013

Um defunto à baiana - Dias Gomes


Título: Um defunto à baiana
Autor: Dias Gomes
Editora: Atual Editora   
Páginas: 89
Início: 14.02.2013 - Fim: 15.02.13 

Meses atrás em uma das minhas passagens pela Biblioteca Pública vi em exposição vários livros do Dias Gomes,  lembrei de ter gostado muito de O pagador de promessas e resolvi seguir o fio e li uns três livros do autor, naquela oportunidade. E quando vi título Um defunto à baiana, sabia que era garantia de riso certo, quiçá boas gargalhadas. E não deu outra.

O livro é bem pequeno e traz três contos, um deles Um defunto à baiana, evidentemente, e uma peça. Todos carregados de um humor irreverente e em alguns casos debochado. 

Contos do livro:
Um defunto à baiana - narra mais uma tentativa infrutífera de Odorico Paraguaçu em inaugurar o cemitério de Sucupira.

A tarefa - uma sátira política sobre um manifesto

A tortuosa e longa noite de Emiliano Posada - o titulo por si só já é bastante sugestivo.

A peça:
O túnel - outra sátira política


quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

As batalhas do pequeno Nicolau - Gosciny, Sempé


Título: As Batalhas do Pequeno Nicolau 
Autor: René GoscinnyJean-Jacques Sempé
Editora: Rocco  
Páginas: 160
Início: 02.02.2013 - Fim: 06(07).02.13 (madrugada insone)
Aquisição:06.12.12

A primeira vez que ouvi falar de O pequeno Nicolau foi no programa Iluminuras da TV Justiça, e não resisti a ele. O livro ficou rondando minha cabeça por algum tempo, até que comprei o primeiro volume desta série maravilhosa e que se tornou um dos favoritos. Que faço questão de apresentar (presenteando) sempre que a ocasião permite. A primeira pessoa que recebeu um dos exemplares foi Rute, amiga e colega de trabalho, que gostou tanto  que acabou por brindar as mulheres da equipe com um livro do "pequeno". Sempre que um livro é lançado eu acabo comprando dois volumes, um para mim e outro para minha irmã, que acabou se encantando com o personagem desde que assistiu ao filme no cinema. Aliás, o livro é ótimo para leitura em grupo (ou pública), ou contação de histórias como queiram!

As batalhas do pequeno Nicolau é o oitavo livro da série Histórias Inéditas. Como sempre o "pequeno" é divertidíssimo, garantia de boas gargalhadas. Embora, classificado como infanto-juvenil agrada muito aos adultos. 
Uma pena que a leitura seja tão rápida, lê-se de uma sentada.
Como não rir com histórias tão divertidas como: Sozinho, O encanador, Uma surpresa pra vovó, A geladeira (me diverti muito com o Alceu nesta história)?...

Eu sempre gosto das aventuras do "pequeno", e este mês a leitura do livro veio a calhar, mês estressado, tenso, então um livro divertido é um ótimo negócio.



sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

A festa - Katherine Mansfiled

Título: A festa 
Autor: Katherine Mansfield 
Editora: Raven
Páginas: 145
Início: 05.01.2013 - Fim: 14.01.2013

Ganhei este livro de uma amiga lá em 2004, e agora eis que resolvo tirá-lo da pilha. A primeira surpresa encontro  na contra-capa quando descubro  que Virginia Woolf  admitia sentir ciúmes de Katherine Mansfield. As surpresas não param aí, os contos desta coletânea são suaves e prosaicos, lembram mesmo Uma xícara de chá com biscoitos, talvez por isto começo a leitura lembrando de Jane Austen, mais precisamente  do livro Emma. E concluo   com a sensação de estar revisitando Barbara Pym, mas a Barbara Pym mais melancólica, não aquela sutilmente irônica.


Li os dois primeiros contos, A festa e Uma xícara de chá,  e em seguida passei para o último: Prelúdio. O maior conto desta coletânea, quase uma novela. E termino a leitura com uma sensação melancólica e sentindo-me um tanto ou quanto triste. Eu diria que foi uma leitura cálida e sútil  sobre o cotidiano com suas idiossincrasias,  alegrias, melancolias e amenidades. Aparentemente sua obra encontra-se esgotada no Brasil.


Contos desta coletânea:

- A festa
- Uma xícara de chá
- O desconhecido
- A vida de mãe Parker 
- Srta Brill
- Prelúdio

Grifos:


'Não, impossível. Imagine, bombas logo depois café da manhã. Só de pensar, já dá arrepios. ... Contudo, dois minutos mais tarde Josie e Laura lambiam os dedos, com aquele ar de concentração interior que só creme de chantilly é capaz de provocar. [20]


Ah, meu Deus, sinto muito disse o homem de letras abalado. Estava no meio de seu café da manhã. Vestia um roupão bem surrado e trazia um jornal dobrado numa das mãos. Ficou sem graça; não poderia voltar à confortável sala de estar sem dizer alguma coisa - alguma coisa mais. Então já que aquele tipo de gente dá tanta importância a funerais, ele comentou com gentileza.  'Espero que tenha corrido tudo bem com o funeral.'

'Desculpe, doutor, o que foi que o senhor disse'? perguntou Mãe Parker com voz rouca.
Pobre pássaro velho! Ela parecia mesmo arrasada. 'Espero que o enterro tenha sido um... um... sucesso'. "(?) [63]

"por outro lado , conforme ele explicava aos amigos, seu 'método' era muito simples, e ele não conseguia compreender porque as pessoas faziam tanta bulha a respeito das tarefas domésticas.

'Você simplesmente suja tudo o que for usando, contra uma bruxa para fazer a faxina e assim fica tudo resolvido'." (?)  [65]

Ela estava sempre se perdendo ou perdendo as outras pessoas só para depois encontrá-las de novo. [100]


sexta-feira, 11 de janeiro de 2013

O largo da Palma - Adonias Filho



Título: O Largo da Palma
Autor: Adonias Filho
Editora: Bertrand
Páginas: 110
Início: 07.01.2013 - Fim: 11.01.2013


A edição que leio é da Bertrand, que carece de uma apresentação e de algumas informações, como por exemplo, a data em que os textos foram escritos ou publicados pela primeira vez...


Bendito Google, descobri que o livro é de 1981. 
Para saber mais sobre o autor visite: Memorial Adonias Filho


Nos últimos meses tenho lido livros que foram uma verdadeira descoberta, e porque não dizer uma grata surpresa: O homem que sabia a hora de morrer, de Adelice Souza; A mulher de roxo, de Patrícia Sá Moura e Dadá, bordando o cangaço, de Lia Katz. Todos eles de alguma forma trazem como cenário a terra em que vivo. O que dá um sentimento de pertencimento, de identificação que até então eu não tinha sentido ao ler um livro. Então quando me falaram deste O largo da Palma, de Adonias Filho, interessei-me logo. As resenhas que li foram em sua maioria positivas. 


Já li as duas primeiras narrativas (são seis) e não encontro neste O Largo da Palma os sentimentos dos livros anteriores  e confesso que não tem me prendido muito e poderia até dizer que a leitura se arrasta. Em dado momento relembro de alguns textos lidos na escola. Mas, uma coisa chama-me a atenção como o nosso olhar fica contaminado pelas crenças e valores da contemporaneidade, do nosso mundo líquido, como diria Bauman. 



Tomara que mude. [07.01.2013]


E mudou. [08.01.2013]

Aparentemente A moça dos pãezinhos de queijo é o conto que mais prende a atenção do leitor deste O Largo da Palma, não foi o meu caso. Um avô muito velho me impressionou mais, assim como os contos Os enforcados e A pedra.

A casa do pãezinhos de queijo aparece em vários contos, e fico a pensar, no nosso pãozinho de queijo, hoje conhecido como pão delícia, diferentemente do pãozinho de queijo mineiro, feito com polvilho, o nosso é feito com farinha de trigo, é macio e fofinho com um recheio cremoso a base de queijo, e é uma delícia.


Incrível como tão pouca gente conhece O Largo da Palma, perguntei a vários amigos e quase ninguém esteve lá e olha que faz parte do centro histórico da cidade...  aliás, eu também preciso acabar com esta lacuna em meu currículo. 

Alguns dos grifos:  


 'E, se a avó o tratava com enorme carinho, o pai não ocultava a decepção de ter um filho, quando inválido, praticamente inútil.' [18] 


'o namorado, porém era ele, o avô'. [53] 


'juntos saíram do circo, comeram pipoca, beberam água de coco' [61] (em tempos modernos passariam no Mac ou na Doces Sonhos e tomariam cerveja ou coca cola depois de saírem do cinema, quase ninguém mais vai no circo)



'A cidade parece triste.
- A Bahia nunca foi alegre - Valentim, abaixando a voz, disse por sua vez.  - Uma cidade com escravos é sempre triste. É muito triste mesmo.  ' [92] 

'E, única vez em toda sua vida, agradeceu à Santa da Palma ter ficado cego' [97]


'Vendeu a joia a Salviano, cometa de uma casa da Capital, depois de um acerta-acerta brabo. Fechado o negócio, logo cometa engavetou o brilhante, com o dinheiro no bolso, Cícero Amaro tratou de fazer o que um homem faria. Entrou no primeiro botequim que encontrou e, começando a gastar a prata (...) [104]


'Amor tão violento, porém, durou por aí uns sete dias. No primeiro dia, Flor pediu uma pulseira de ouro. No segundo, Flor nada pediu. No terceiro, Flor pediu os brincos e cinco contos de réis. No quarto, sem que pedisse Flor ganhou três belos vestidos de seda. No quinto, Flor pediu o anel. No sexto - bem, no sexto dia o seu mundo já criado -e, e quando pediu mais cinco contos de réis, Flor descobriu que ele quase já não tinha dinheiro. Então, com seriedade e grosseria, Flor disse:

- Agora, seu besta, dê o fora!
- Mas Flor! '[108]


segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

feliz por nada – Martha Medeiros



Título: feliz por nada
Autor: Matha Medeiros
Editora: L&PM
Páginas: 216
Início: 02.01.2013 - Fim 06.01.2013

Mantendo minha promessa de ler os livros que me foram presenteados e que aguardam na pilha há muito ou pouco tempo, agora estou às voltas com Martha Medeiros, que ganhei de presente de minha amiga Lilia (presente de aniversário que me chega inesperado em um dia comum de trabalho, não é todo dia que um amigo me aparece com um livro na mão...).
E eis que começa minha primeira experiência com os escritos da autora. Descubro que o livro é catalogado como crônicas, mas eu que venho de uma escola onde crônica era aquilo que Rubem Braga fazia, sinto um certo estranhamento com este jeito moderno de fazê-las (o que me leva a reler trechos de 200 crônicas escolhidas...) 
Mas, “vamo que vamo”. Eu diria que estou lendo algo tipo auto-ajuda, o que não é exatamente o meu estilo, mas nem por isto vou torcer o bico para o livro. Vou caminhando página à página, crônica à crônica e me divertindo pelo caminho. Cheguei mesmo a rir com a “A era do compacto”, que quem já leu o livro sabe que não é pó facial. 

Evidentemente, gosto mais de uns textos (quer dizer crônicas) do que de outros. Chamam a minha atenção:
O último a lembrar de nós
A Jenniffer Moyer  (me faz pensar em quantas vezes homenageamos aqueles que significam muito para nós)

E se tivesse sido diferente
Viajandões - (não é exatamente que goste, mas sou obrigada a concordar)
Na terra do se
Depois se vê  (meu Deus, até quando?)
Diversão de adulto (aadoooro)

Terminada a leitura descubro que Feliz por nada certamente não passará para o rol dos favoritos, mas não sofri para lê-lo, pelo contrário me diverti pelo caminho e aproveitei a paisagem, se é que vale a analogia...

Este texto foi escrito para o Desafio Literário 2013